PARA ESCOLA DE FRANKFURT As T. Científicas – são transformáveis em tecnologia- guia para ações eficazes do homem. A tecnologia fornece os meios para realizarem algum tipo de estado de coisa. Se desejo estado de coisa de um tipo, é racional, que use essa tecnologia. MAS NÃO HÁ NADA NA T. CIENTÍFICA QUE GARANTA QUE EU DEVA TER ESSE INTERRESE, INTERESSE RACIONAL. Se a tecnologia trata de assuntos irrelevantes, não é racional adotá-la.
A T. Crítica – dá informações sobre como seria racional aos agentes agirem se eles tivessem certos interesses. Informa que interesses é racional o agente ter.
Pegando como referência as idéias de Horkheimer ele sustentou que a teoria crítica deveria ser direcionada para a totalidade da sociedade na sua especificidade histórica, assim como também ela deveria melhorar o entendimento da sociedade integrando todas as maiores ciências sociais, incluindo a geografia, economia, história, ciência política, antropologia e psicologia. A teoria crítica deve ser autocrítica, mas uma teoria para ser crítica precisa ser explicativa, portanto deve combinar pensamento prático e normativo para que possa "explicar o que está errado com a realidade social corrente, identificar atores para mudá-la e fornecer normas claras para o criticismo e finalidades práticas para o futuro." A teoria tradicional, por sua vez, apenas reflete e explica a realidade como de fato é, e o propósito da teoria crítica é mudá-la; nas palavras de Horkheimer, o objetivo da teoria crítica é "a emancipação dos seres humanos das circunstâncias que os escravizam".
A Teoria Crítica oferece base para a composição de uma visão e de um comportamento crítico a respeito dos conflitos existentes entre ciência e cultura, propondo, além da análise, tópicos políticos e de reorganização da sociedade, como forma de superar a “crise de razão”. A “crise de razão” era resultado de uma crítica ao Funcionalismo. A Teoria Tradicional, de tipo cartesiano e aristotélico, busca unir teoria e prática, ou seja, incorporar ao pensamento tradicional dos filósofos uma tensão com o presente.
Os teóricos que elaboraram a teoria crítica são todos freqüentadores do Instituto de Investigação Social que fica em Frankfurt. Daí a Teoria Crítica ser associada à Escola de Frankfurt. Os teóricos dessa escola buscaram, segundo a apresentação no seminário, elaborar varias teorias, tanto na questão dialética da razão e a crítica da ciência, a dualidade face da cultura e a discussão da indústria cultural, que é a reflexão sobre os meios culturais existente, é uma reflexão crítica as diversas concepções culturais; o outro tema abordado é a questão do Estado e a dominação tecnocrática, onde trata da legitimação da política. Porém a ênfase maios foi sobre a Teoria Crítica, que foi formulada e desenvolvida pelos frankfurtianos, onde eles desenvolveram duas teorias constitui as suas teses, que foram à teoria científica, que é a tradicional e tem como base o cartesianismo, que tem um caráter de finalidade, pois é de uso instrumental e a teoria crítica, que é de caráter emancipatório e de esclarecimento, a sua reflexão é de analise crítica diante dos acontecimentos, possibilitando uma possível modificação.
A concepção de uma "teoria crítica" sugere uma unidade temática e um consenso epistemológico teórico e político que raras vezes existiu entre seus representantes. O que caracteriza a sua atuação conjunta é a capacidade intelectual e crítica, sua reflexão dialética. Na teoria tradicional preocupa-se em formar sentenças que definem conceitos universais.Com isso, ela procede de forma dedutiva ou indutivamente e defende o princípio da identidade, condenando a contradição.
Os teóricos da escola de Frankfurt estabelecem uma diferença entre teoria crítica e teórica científica ou tradicional. Esta última,possui seus pilares fincados no modelo positivado da ciência que, de alguma forma, estabelece uma separação entre "mundo teórico" e "mundo prático." Os estudos e pesquisas dos cientistas, por exemplo, não levam em consideração os problemas sociais, econômicos e políticos existentes em uma determinada sociedade. A própria ideia de neutralidade científica está relacionada com o fato da sociedade não ser objeto de estudo da ciência. Entrementes,os penadores adeptos da teoria crítica afastam-se desse modelo positivado defendido pela teoria tradicional tornando, desta maneira, a própria sociedade objeto de estudo para que haja a possibilidade de mudança nas estruturas econômicas, políticas, social, estético, e moral em uma determinada sociedade. Tendo em mente essa linha de pensamento, podemos defender a tese de que os pensadores críticos tentam acabar com essa diferença estabelecida entre a teoria tradicional entre mundo teórico e prático.
As duas teorias podem ser diferenciadas através de sua estrutura lógica: a Teoria Tradicional procura abranger todos os fatos de maneira hierarquizada com seus gêneros e espécies atendendo cada um deles a subordens específicas.
Já a Teoria Crítica começa com a busca de determinações abstratas e criação de hipóteses, começando, por exemplo, com a caracterização de uma economia baseada na troca e discorre através de suas consequências como mercadoria, dinheiro, e a partir desse processo pode chegar a conceitos genéricos, pois considera as relações da vida social concreta como relações de troca e o caráter conseqüente desse tipo de relação que é ela própria transformada em mercadoria.
"Teoria Crítica" é reflexão crítica da sociedade, da cultura, das formas da racionalidade iluminista, das relações econômicas, etc. Utiliza-se do método da análise histórico-dialética. E suas características gerais são: a) a tentativa de atualizar o marxismo através de uma nova análise da sociedade contemporânea, que tenha em conta as estruturas ideológicas e culturais, mais do que as econômicas; b) a crítica da conduta "reificante" (coisificante), própria da racionalidade técnica e científica; c) uma retomada da inspiração hegeliana do jovem Marx e um repensamento da concepção hegeliana da dialética; d) uma visão da filosofia como crítica sistemática da realidade, realizada por uma consciência individual, capaz de auto-reflexão, e por isso sistematicamente resistente à "normalização" exercida pelos aparelhos econômicos e políticos. Já a teoria tradicional, representada aqui pela "dialética do iluminismo", defende a autodeterminação racional e prescreve um método científico capaz de neutralizar a liberdade nas suas próprias condições. A razão científica é, de fato, fundada sobre a "objetivação" (reificação) da realidade, com o escopo de dominá-la.
A Teoria crítica propõe a dialética como método para entender a sociedade, buscando uma investigação analítica dos fenômenos estudados, relacionando estes fenômenos com as forças sociais que os provocam. Em suma, tenta interpretar as relações sociais a fim de contextualizar os fenômenos que acontecem na sociedade. Em contrapartida, a Teoria cientificista "reduzem" seus estudos à coleta e classificação de dados, isto é, fragmentam a ciência em setores na tentativa de explicar a sociedade (ordens funcionais - a sociedade entendida como sistemas e sub-sistemas). Para a Teoria Crítica, as disciplinas setoriais desviam a compreensão da sociedade como um todo e, assim, todos ficam submetidos à razão instrumental e acabam por desempenhar uma função de manutenção das normas sociais.
AVELAR: A teoria científica trabalha com a dimensão da razão pura instrumental,representada no pensamento tradicional filosófico que se preocupava em descrever o mundo e a sociedade na base de dados empíricos. A teoria crítica por sua vez, rechaça essa crença irrestrita na base de dados empíricos e na administração deles como explicação dos fenômemos sociais e propõe a autocrítica, a dialética entre o conhecimento científico e a praxis, dentro da perspectiva macrosocial, onde se leve em conta a complexidade dos sujeitos. A teoria crítica oferece portanto a base para o comportamento crítico dos conflitos existentes entre o pensamento filosófico tradicional e o presente, propondo além da análise puramente cientificista, a reorganização da sociedade como forma de superar a crise da razão.
PARA ESCOLA DE FRANKFURT
ResponderExcluirAs T. Científicas – são transformáveis em tecnologia- guia para ações eficazes do homem.
A tecnologia fornece os meios para realizarem algum tipo de estado de coisa. Se desejo estado de coisa de um tipo, é racional, que use essa tecnologia. MAS NÃO HÁ NADA NA T. CIENTÍFICA QUE GARANTA QUE EU DEVA TER ESSE INTERRESE, INTERESSE RACIONAL. Se a tecnologia trata de assuntos irrelevantes, não é racional adotá-la.
A T. Crítica – dá informações sobre como seria racional aos agentes agirem se eles tivessem certos interesses. Informa que interesses é racional o agente ter.
Raffaela de M. C. Cerqueira
ResponderExcluirPegando como referência as idéias de Horkheimer ele sustentou que a teoria crítica deveria ser direcionada para a totalidade da sociedade na sua especificidade histórica, assim como também ela deveria melhorar o entendimento da sociedade integrando todas as maiores ciências sociais, incluindo a geografia, economia, história, ciência política, antropologia e psicologia. A teoria crítica deve ser autocrítica, mas uma teoria para ser crítica precisa ser explicativa, portanto deve combinar pensamento prático e normativo para que possa "explicar o que está errado com a realidade social corrente, identificar atores para mudá-la e fornecer normas claras para o criticismo e finalidades práticas para o futuro." A teoria tradicional, por sua vez, apenas reflete e explica a realidade como de fato é, e o propósito da teoria crítica é mudá-la; nas palavras de Horkheimer, o objetivo da teoria crítica é "a emancipação dos seres humanos das circunstâncias que os escravizam".
A Teoria Crítica oferece base para a composição de uma visão e de um comportamento crítico a respeito dos conflitos existentes entre ciência e cultura, propondo, além da análise, tópicos políticos e de reorganização da sociedade, como forma de superar a “crise de razão”. A “crise de razão” era resultado de uma crítica ao Funcionalismo. A Teoria Tradicional, de tipo cartesiano e aristotélico, busca unir teoria e prática, ou seja, incorporar ao pensamento tradicional dos filósofos uma tensão com o presente.
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ResponderExcluirOs teóricos que elaboraram a teoria crítica são todos freqüentadores do Instituto de Investigação Social que fica em Frankfurt. Daí a Teoria Crítica ser associada à Escola de Frankfurt.
ResponderExcluirOs teóricos dessa escola buscaram, segundo a apresentação no seminário, elaborar varias teorias, tanto na questão dialética da razão e a crítica da ciência, a dualidade face da cultura e a discussão da indústria cultural, que é a reflexão sobre os meios culturais existente, é uma reflexão crítica as diversas concepções culturais; o outro tema abordado é a questão do Estado e a dominação tecnocrática, onde trata da legitimação da política. Porém a ênfase maios foi sobre a Teoria Crítica, que foi formulada e desenvolvida pelos frankfurtianos, onde eles desenvolveram duas teorias constitui as suas teses, que foram à teoria científica, que é a tradicional e tem como base o cartesianismo, que tem um caráter de finalidade, pois é de uso instrumental e a teoria crítica, que é de caráter emancipatório e de esclarecimento, a sua reflexão é de analise crítica diante dos acontecimentos, possibilitando uma possível modificação.
A concepção de uma "teoria crítica" sugere uma unidade temática e um consenso epistemológico teórico e político que raras vezes existiu entre seus representantes. O que caracteriza a sua atuação conjunta é a capacidade intelectual e crítica, sua reflexão dialética.
ResponderExcluirNa teoria tradicional preocupa-se em formar sentenças que definem conceitos universais.Com isso, ela procede de forma dedutiva ou indutivamente e defende o princípio da identidade, condenando a contradição.
ALUNO: JOSÉ LUIS DE BARROS GUIMARÃES
ResponderExcluirOs teóricos da escola de Frankfurt estabelecem uma diferença entre teoria crítica e teórica científica ou tradicional. Esta última,possui seus pilares fincados no modelo positivado da ciência que, de alguma forma, estabelece uma separação entre "mundo teórico" e "mundo prático." Os estudos e pesquisas dos cientistas, por exemplo, não levam em consideração os problemas sociais, econômicos e políticos existentes em uma determinada sociedade. A própria ideia de neutralidade científica está relacionada com o fato da sociedade não ser objeto de estudo da ciência. Entrementes,os penadores adeptos da teoria crítica afastam-se desse modelo positivado defendido pela teoria tradicional tornando, desta maneira, a própria sociedade objeto de estudo para que haja a possibilidade de mudança nas estruturas econômicas, políticas, social, estético, e moral em uma determinada sociedade. Tendo em mente essa linha de pensamento, podemos defender a tese de que os pensadores críticos tentam acabar com essa diferença estabelecida entre a teoria tradicional entre mundo teórico e prático.
As duas teorias podem ser diferenciadas através de sua estrutura lógica: a Teoria Tradicional procura abranger todos os fatos de maneira hierarquizada com seus gêneros e espécies atendendo cada um deles a subordens específicas.
ResponderExcluirJá a Teoria Crítica começa com a busca de determinações abstratas e criação de hipóteses, começando, por exemplo, com a caracterização de uma economia baseada na troca e discorre através de suas consequências como mercadoria, dinheiro, e a partir desse processo pode chegar a conceitos genéricos, pois considera as relações da vida social concreta como relações de troca e o caráter conseqüente desse tipo de relação que é ela própria transformada em mercadoria.
"Teoria Crítica" é reflexão crítica da sociedade, da cultura, das formas da racionalidade iluminista, das relações econômicas, etc. Utiliza-se do método da análise histórico-dialética. E suas características gerais são: a) a tentativa de atualizar o marxismo através de uma nova análise da sociedade contemporânea, que tenha em conta as estruturas ideológicas e culturais, mais do que as econômicas; b) a crítica da conduta "reificante" (coisificante), própria da racionalidade técnica e científica; c) uma retomada da inspiração hegeliana do jovem Marx e um repensamento da concepção hegeliana da dialética; d) uma visão da filosofia como crítica sistemática da realidade, realizada por uma consciência individual, capaz de auto-reflexão, e por isso sistematicamente resistente à "normalização" exercida pelos aparelhos econômicos e políticos.
ResponderExcluirJá a teoria tradicional, representada aqui pela "dialética do iluminismo", defende a autodeterminação racional e prescreve um método científico capaz de neutralizar a liberdade nas suas próprias condições. A razão científica é, de fato, fundada sobre a "objetivação" (reificação) da realidade, com o escopo de dominá-la.
A Teoria crítica propõe a dialética como método para entender a sociedade, buscando uma investigação analítica dos fenômenos estudados, relacionando estes fenômenos com as forças sociais que os provocam. Em suma, tenta interpretar as relações sociais a fim de contextualizar os fenômenos que acontecem na sociedade. Em contrapartida, a Teoria cientificista "reduzem" seus estudos à coleta e classificação de dados, isto é, fragmentam a ciência em setores na tentativa de explicar a sociedade (ordens funcionais - a sociedade entendida como sistemas e sub-sistemas). Para a Teoria Crítica, as disciplinas setoriais desviam a compreensão da sociedade como um todo e, assim, todos ficam submetidos à razão instrumental e acabam por desempenhar uma função de manutenção das normas sociais.
ResponderExcluirAVELAR:
ResponderExcluirA teoria científica trabalha com a dimensão da razão pura instrumental,representada no pensamento tradicional filosófico que se preocupava em descrever o mundo e a sociedade na base de dados empíricos.
A teoria crítica por sua vez, rechaça essa crença irrestrita na base de dados empíricos e na administração deles como explicação dos fenômemos sociais e propõe a autocrítica, a dialética entre o conhecimento científico e a praxis, dentro da perspectiva macrosocial, onde se leve em conta a complexidade dos sujeitos.
A teoria crítica oferece portanto a base para o comportamento crítico dos conflitos existentes entre o pensamento filosófico tradicional e o presente, propondo além da análise puramente cientificista, a reorganização da sociedade como forma de superar a crise da razão.